sábado, 1 de janeiro de 2011

Um fim de semana com Audrey Tautou

Primeiro fim de semana do ano, para fugirmos dos engarrafamentos ficamos em nossa casa e nos estocamos de filmes. 
Meio que sem intenção, acabamos fazendo uma pequena maratona Audrey Tautou.
Quem é Audrey Tautou?
Para quem ainda não conhece é uma atriz francesa com algumas passagens por Hollywood (Código da Vince por exemplo).
Para conhecer a biografia dela: http://fr.wikipedia.org/wiki/Audrey_Tautou
O primeiro filme que vimos (outra vez) foi Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain (O Fabuloso Destino de Amelie Poulain), o que falar de Amelie Poulain, com certeza está entre meus filmes preferidos, a delicada estória da jovem solitária que resolve solucionar os problemas das pessoas próximas a ela e muito bem contada na película de Jean-Pierre Jeunet. Tudo me agrada nesse filme, a trilha sonora, a fotografia, a locação etc.

Trailer de Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain 





O segundo filme e de 2001, anterior a Amelie Poulain, À la folie … pas du tout, com o infeliz titulo em português de Bem me Quer Mal me Quer.
Um filme muito interessante, você está já quase na metade da estoria, tomou partido de Angélike (personagem de Tatou) quando o filme sofre uma reviravolta e te apresenta uma nova visão dos fatos.
A caixinha do DVD vende uma falsa imagem do que se trata o filme, ele não é de forma nenhuma um tipo de Love Story, está mais para a caixa francesa que chama o filme de um Thriller Diabolique.



Trailer de À la folie … pas du tout




O terceiro filme foi Hors de prix, Amar Não tem Preço em português, filme de 2006.
Uma simpática comedia com locações fabulosas em Biarritz e na Côte d’Azur. Audrey faz o papel de uma jovem que vive a procura de milionários que paguem seus gastos em artigos de altíssimo luxo.
Um dia ela se engana e acaba passando a noite com um pobretão, seu amante descobre e ela toma o famoso pé, a partir daí ela e o pobretão (o ótimo Gad Elmaleh) vão ter que correr atrás do prejuízo. 




Trailer de Hors de prix

Mesma canção dois (ou mais idiomas): Parole Parole

A primeira gravação dessa música é de 1972, um dueto de Mina e Alberto Lupo.
Em 1973 Dalida e Alain Delon gravaram a versão em francês. Talvez uma das mais conhecidas.
Varias outras versões se seguiram entre elas uma em português com Maysa e o ator Raul Cortez.

"Ma tu sei la frase damore cominciata e mai finita 
 Tu sei il mio ieri, il mio oggi, il mio sempre.." 


"Tu es comme le vent qui fait chanter les violons
Et emporte au loin le parfum des roses"



Mina e Alberto Parole Parole.



Não encontrei nenhuma apresentação com o Alain Delon, acabei escolhendo essa com a letra em francês.



Uma engraçada parodia com Mina e Adriano Celentano

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Fito y Fitipaldis


Fito & Fitipaldis (o Fito y los Fitipaldis) es un grupo español creado en 1998 por Adolfo "Fito" Cabrales con la intención de publicar canciones que no eran del estilo de su otra banda, Platero y Tú. Su tipo de música es muy variado, va desde el Rock and Roll pasando por el Blues, el soul, el swing y muchos más. Sus letras suelen hablar de historias personales.
Fito tem obtido um sucesso crescente na Espanha, seu penúltimo disco Por la boca vive el pez vendeu mais de um milhão de copias. O ultimo Antes que cuente diez obteve um disco de ouro já na semana de lançamento.

Abaixo o clip da música titulo de seu ultimo álbum Antes que Cuente Diez
 

Por la boca vive el pez


Viene y va



Para saber mais visite:
site oficial  http://www.fitoyfitipaldis.com/web/
myspace   http://www.myspace.com/fitoyfitipaldis

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Versões italianas

A Itália não ficou livre da febre das versões, como sou nascido nos anos sessenta ouvi muita música italiana no radio (AM claro, que FM era coisa de rico).
Uma canção que me recordo que tocava demais era uma versão de If I Had a Hammer, cantada por Rita Pavone, chamada Datemi un Martello.


Procurando por versões acabei achando essa de I'm Believer dos Monkees (que as novas gerações conhecem através da trilha sonora do Shrek numa versão do Smash Mouth). A versão italiana se chama Sono Bugiarda com a cantora Caterina Caselli.




Agora um caso de auto cover, Françoise Hardy além da vasta obra em francês também lançou discos em inglês e italiano. Abaixo o cover do cover do cover ( música original americana com versão em francês de Serge Gainsbourg sendo cantada numa versão italiana... It hurts to say goodbye... Comment te dire adieu.. Il Pretesto).



No site http://www.musicaememoria.com/covers_lista.htm existe uma lista gigantesca de covers italianos dos anos 60/70, vale a pena uma visita.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Versões francesas

Anos 60, a beatlemania se espalhava pelo mundo, no rastro deles uma infinidade de artistas ingleses.
O rock and roll morto depois da ida de Elvis para o exercito renascia agora somente como rock, a febre das versões tomava conta do mundo, aqui no Brasil não escapamos dela também.
Nas minhas andanças youtubicas achei algumas preciosidades de versões de clássicos ingleses/americanos para o francês.


Para quem é viciado em seriados, para mostrar um giro de seus personagens por Paris, Gossip Girl, usou a versão de Eillen para These Boots Are Made for Walking (imortalizado por Nancy Sinatra não por Jessica Simpson como os mais novos podem pensar) Ces Bottes Sont Faites Pour Marcher como trilha sonora.



A segunda música é uma versão de Paint Black dos Rolling Stones que virou Marie Douceur Marie Couler com Marie Lafouret.
Adoro essa versão, pena que não consegui nenhuma postagem com ela interpretando a cancão ao vivo.


A terceira um achado Le Locomotion com Sylvie Vartan, Locomotion um classico americano de Carole King, gravado de Little Eva em 1962 até Killie Minogue, sendo que eu mesmo conheci nos anos setenta com uma versão rockeira do Grand Funk Railroad.
Não critiquem Sylvie por estar meio fora de ritmo e tom, os equipamentos nos anos sessenta eram muito toscos, e era comum ter que cantar sem retorno.





Happy Together, dos Turtles, utilizada ano passado na propaganda do novo Focus têm uma versão francesa com Frank Alamo Heureux Tus les Deux.



 P.S.: Como beatlemaniaco inveterado fugi das versões deles (na maioria das vezes soam para mim como heresia).

domingo, 19 de dezembro de 2010

Musica ligera / À sua maneira

Pouca gente sabe que "À Sua Maneira" um dos maiores sucessos do Capital Inicial é uma versão em português de "Musica Ligera" do grupo argentino Soda Stereo (video abaixo) .

Soda Stereo ao vivo El ultimo concierto



Clip oficial de À Sua Maneira

Capital Inicial - À Sua Maneira
Enviado por ALBETOROBERTO. - Assista mais vídeos de comédia.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Los detectives salvajes.

Um livro instigante.Começa como um diário de um jovem pretendente a poeta que se junta a um grupo de poetas revolucionários na Cidade do México. A certo ponto o livro da uma guinada completa e passamos a ter uma serie de entrevistas realizadas em vários países que travam um panorama das andanças de dois poetas do grupo de real visceralistas, Arturo Belano e Ulisses Lima por Espanha, França, Israel, EUA, Itália, Inglaterra e Áustria num período que vai de 1976 a 1996.
Em uma nova mudança na terceira parte o livro passa a narrar a procura de uma poetisa desaparecida, Cesárea Tinajero, pelo deserto de Sonora.
Li a versão espanhola, não sei se a tradução brasileira conseguirá resgatar os diferentes registros de espanhol utilizado pelo autor.


Quien es el autor: Roberto Bolaño nació en Chile en 1953, abandonó su patria a los 15 años solo  regresando durante la época del golpe contra Allende. Tras ser detenido por los militares golpistas logró una milagrosa liberación y permaneció en el exilio desde entonces hasta su muerte en el 2003. Bolaño vivió en varios países de Latinoamérica y Europa, entre ellos México y España. Se dedicó principalmente a la poesía hasta principios de los noventa. En los años noventa, ya viviendo en Cataluña, sufriendo de enfermedades crónicas del hígado y con dos hijos, decidió dedicarse a la narrativa como medio de ganarse la vida. Su producción durante los noventa hasta su muerte en el 2003 fue prolífica y de alta calidad.

Entrevista com Enrique Vila-Matas em que ele fala de Roberto Bolaño