As simpaticas criaturinhas que vivem em casas de cogumelos numa floresta encantada estão invadindo os cinemas, em versão tradicional ou 3D.
Esse universo criado pelo belga Peyo foi transportado para Nova Iorque.
Originalmente as criaturinhas se chamam Les Schtroumps, no Brasil chegaram a ser chamados de strumfs antes da chegada da serie de desenhos da Hanna Barbera.
Abaixo o trailer do filme dublado em francês com o nome original das criaturas azuis.
Em espanhol eles são conhecidos como Los Pitufos.
Na Italia eles são I Puffi.
sábado, 6 de agosto de 2011
Leia o livro veja o filme 3 : Norwegian wood
Há alguns anos atrás dei de cara com um livro chamado Norwegian Wood, como esse também é o titulo de uma canção dos Beatles, fiquei intrigado e resolvi ler, foi meu primeiro autor japonês. O livro começa com o personagem principal Toru Watanabe chegando a Alemanha ele está com 37 anos, quando o avião aterriza ele escuta uma versão orquestral de Norwegian Wood e passa mal, a partir desse ponto ele conta sua passagem da adolescência para a vida adulta na Tókio de 1969. Gostei tanto do livro que fui atrás de outras obras do autor Haruki Murakami, já li La fine del mundo e Il paese delle meraviglie (em italiano) e Le passage de la nuit (em francês).Gostei de todos os três, o mais interessantes e que possuem estilo completamente diferentes entre si.
Abertura do livro: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/220605/trecho_norwegian.html
sinopse em espanhol : Toru Watanabe, un ejecutivo de 37 años, escucha casualmente mientras aterriza en un aeropuerto europeo una vieja canción de los Beatles, y la música le hace retroceder a su juventud, al turbulento Tokio de finales de los sesenta. Toru recuerda, con una mezcla de melancolía y desasosiego, a la inestable y misteriosa Naoko, la novia de su mejor –y único– amigo de la adolescencia, Kizuki. El suicidio de éste les distancia durante un año hasta que se reencuentran en la universidad. Inician allí una relación íntima; sin embargo, la frágil salud mental de Naoko se resiente y la internan en un centro de reposo. Al poco, Toru se enamora de Midori, una joven activa y resuelta. Indeciso, sumido en dudas y temores, experimenta el deslumbramiento y el desengaño allá donde todo parece cobrar sentido: el sexo, el amor y la muerte. La situación, para él, para los tres, se ha vuelto insostenible; ninguno parece capaz de alcanzar el delicado equilibrio entre las esperanzas juveniles y la necesidad de encontrar un lugar en el mundo. Con un fino sentido del humor, Murakami ha escrito el conmovedor relato de una educación sentimental, pero también de las pérdidas que implica toda maduración. Tokio blues supuso el reconocimiento definitivo del autor en su país, donde se convirtió en un best seller.
Ano passado li que o filme baseado no livro tinha sido lançado no festival de Veneza, depois de alguma espera consegui ver o filme, tirando a estranheza de ouvir japonês, devido ao ouvido colonizado de tanto escutar filme em inglês, gostei muito do filme, ele captou bem a essência do livro. Claro que não é possível transportar tudo para a tela e percebi que para quem não tinha lido o livro algumas coisinhas não ficaram bem explicadas.
Ano passado li que o filme baseado no livro tinha sido lançado no festival de Veneza, depois de alguma espera consegui ver o filme, tirando a estranheza de ouvir japonês, devido ao ouvido colonizado de tanto escutar filme em inglês, gostei muito do filme, ele captou bem a essência do livro. Claro que não é possível transportar tudo para a tela e percebi que para quem não tinha lido o livro algumas coisinhas não ficaram bem explicadas.
Duas criticas interessantes mas opostas:
Rock Francês: BB Brunes
A canção Initial BB de Serge Gainsbourg serviu de inspiração para a criação do nome da banda dos amigos infância Adrian Gallo e Karim Awakened.
http://www.myspace.com/bbbrunes
http://www.bbbrunes.fr/
Em 2009 sai o segundo Cd da banda Nico Teen Love, neste cd encontramos Lalalove, um rock retro que não faria feio nas paradas musicais dos anos 60 (o figurino meio mod parece saido direto de um clip do The Who).
Os BB Brunes lançaram seu primeiro CD Blonde comme moi em 2007, no som da banda se pode perceber uma forte influencia dos Strokes misturada com uma sonoridade do pop-rock anos 60.
http://www.myspace.com/bbbrunes
http://www.bbbrunes.fr/
"Tout deux
On sort on se couche tard
Les gens sont tous de vrais trouillards
sous leur parapluie..""
"Dis moi si j'dois partir ou pas
Dis moi !
Dis moi si tu aimes ça
Car je suis fou de toi
Quand tu n'm'appartiens pas !"
Em 2009 sai o segundo Cd da banda Nico Teen Love, neste cd encontramos Lalalove, um rock retro que não faria feio nas paradas musicais dos anos 60 (o figurino meio mod parece saido direto de um clip do The Who).
"Elle me dit qu'elle n'aime que les slow en anglais,
Et j'expire un Shakespeare très français
Si l'élocution traine, l'intention est reine quand je fais
"I love you".. "
Et j'expire un Shakespeare très français
Si l'élocution traine, l'intention est reine quand je fais
"I love you".. "
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Escolhendo o livro pela capa: Un armario lleno de sombras
Un armario lleno de sombra Se trata de una autobiografía de la infancia, que comprende desde los primeros recuerdos hasta que cumple catorce años, Un armario lleno de sombraes un libro valiente. Gamoneda confiesa estampas y situaciones que le afectaron a él y a su familia: su padre, que murió cuando él no había cumplido todavía un año, era morfinómano; este libro contiene una ácida, devastadora crónica de la España de la guerra y de la primera posguerra, los años más sórdidos del franquismo. El libro ofrece retratos “goyescos”, imágenes negras de un país en el que, como ha escrito Manuel Vázquez Montalbán, a todo el mundo -era casi culpable-. la brutalidad y pederastia de los curas del colegio. Gamoneda también cuenta asuntos menores, pero no menos iluminadores del estado moral del país, como la transformación de Leopoldo Panero de filo comunista en fascista.
Antonio Gamoneda, poeta espanhol, faz uma de suas raras incursões com a obra autobiográfica Un armario lleno de sombras. O livro conta a triste infância do autor numa Espanha flagelada pela Guerra Civil, um retrato por muitas vezes muito duro e áspero, que não poupa ninguém.
Uma boa analise do livro pode ser encontrada no site
http://www.letraslibres.com/index.php?art=13962Entrevista com o autor
Para quem quiser saber mais sobre Antonio Gamoneda um bom blog sobre o autor http://farogamoneda.blogsome.com/
terça-feira, 26 de julho de 2011
Fim de semana com Sophie Marceau
Sophie Marceau, de son vrai nom Sophie Danièle Sylvie Maupu, est une actrice et réalisatrice française, née le 17 novembre 1966 à Paris.
Sophie, que começou a atuar aos 13 anos, já passou a casa dos quarenta filmes.
Criticas simpáticas http://moncinema.cyberpresse.ca/nouvelles-et-critiques/critiques/critique-cinema/15160-ilage-de-raisoni-les-hamsters-du-coeur.html
http://www.kerskam.fr/cinema/avis-lage-de-raison/
LOL ? ça veut dire Laughing Out Loud - mort de rire - en langage SMS. C'est aussi comme ça que les amis de Lola l'appellent. Pourtant, le jour de sa rentrée, Lola n'a pas le coeur à rire. Arthur, son copain, la provoque en lui disant qu'il l'a trompée pendant l'été. Et sa bande de potes a le don de tout compliquer. Tout comme sa mère, Anne, avec qui le dialogue est devenu impossible, et pas seulement parce qu'elle ignore ce que LOL signifie.
Critique http://www.leblogducinema.com/2009/02/25/lol-laughing-out-loud/
Contre-critique http://www.leblogducinema.com/2009/03/26/contre-critique-lol-laughing-out-loud/
O sucesso desse filme foi tanto que está vindo por aí uma versão americana, o que em geral indica que o filme original será destruido.
Sophie, que começou a atuar aos 13 anos, já passou a casa dos quarenta filmes.
"Que deviennent nos rêves d'enfant ?
Chère moi-même, aujourd'hui j'ai 7 ans et je t'écris cette lettre pour t'aider à te souvenir des promesses que je fais à l'âge de raison et aussi te rappeler ce que je veux devenir..."
Ainsi commence la lettre que Margaret, femme d'affaires accomplie, reçoit le jour de ses 40 ans."
Ainsi commence la lettre que Margaret, femme d'affaires accomplie, reçoit le jour de ses 40 ans."
O primeiro filme do fim de semana foi L'âge raison (No Brasil Com amor..idade da razão), terceiro filme do diretor e escritor Yann Samuell.O filme foi recebido com criticas pesadas de quem esperava uma obra revolucionaria.O autor conta de maneira leve o reencontro da executiva de 40 anos com sua porção criança que estava esquecida junto a um passado traumático. Para quem gosta de violência, adrenalina e/ou sustos fique longe
Criticas simpáticas http://moncinema.cyberpresse.ca/nouvelles-et-critiques/critiques/critique-cinema/15160-ilage-de-raisoni-les-hamsters-du-coeur.html
http://www.kerskam.fr/cinema/avis-lage-de-raison/
No segundo filme LOL (Laughing Out Loud), Sophie Marceau faz o papel de uma mãe divorciada, que tem que lidar com os filhos pequenos, principalmente com a filha adolescente Lola, a personagem principal do filme.
O filme conta um ano escolar na vida de Lola e seus colegas numa escola classe alta francesa.
LOL ? ça veut dire Laughing Out Loud - mort de rire - en langage SMS. C'est aussi comme ça que les amis de Lola l'appellent. Pourtant, le jour de sa rentrée, Lola n'a pas le coeur à rire. Arthur, son copain, la provoque en lui disant qu'il l'a trompée pendant l'été. Et sa bande de potes a le don de tout compliquer. Tout comme sa mère, Anne, avec qui le dialogue est devenu impossible, et pas seulement parce qu'elle ignore ce que LOL signifie.
Critique http://www.leblogducinema.com/2009/02/25/lol-laughing-out-loud/
Contre-critique http://www.leblogducinema.com/2009/03/26/contre-critique-lol-laughing-out-loud/
O sucesso desse filme foi tanto que está vindo por aí uma versão americana, o que em geral indica que o filme original será destruido.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Jovanotti - Ora
Quando você começa a procurar informação sobre músicos italianos o nome de Jovanotti sempre vem à tona, mas até agora não tinha me interessado muito por seu trabalho, a partir de comentário no blog musica italiana (http://musicaita.blogspot.com/2011/06/classifiche-i-commenti-5-jovanotti-x.html) fui atrás de escutar seu último cd Ora.
Abaixo os 3 primeiros singles sacados do cd.
Como não sou muito prolixo encontrei no site Rockol.it uma critica que assinaria como minha (http://www.rockol.it/recensione-4502/Jovanotti-ORA) e a reproduzo abaixo.
"Si possono dire diecimila cose su ogni disco di Jovanotti. E probabilmente quasi altrettante ne avrete già lette su “Ora”, dopo la, presentazione alla stampa dell’altro giorno. Soprattutto avrete letto molti titoli che, più che puntare sulla musica, insistono sulle vicende personali di Lorenzo (questo è un disco nato in un periodo difficile per lui, con la scomparsa della sua mamma) o sulle sue dichiarazioni politiche. Magari in qualche sottotitolo avrete letto che questo è un disco dance.
Le diecimila cose che si possono dire sono ovviamente tutte legittime, a seconda del punto di vista che si sceglie per affrontare il disco. Ma se dovessimo scegliere una sola delle diecimila cose che si possono dire sarebbe: “Ora” ha un grande sound. Che non è propriamente dance o, meglio, non è soltanto dance. Ma elettronico sì, con diverse sfumature dei suoni sintetici, a servizio di canzoni-canzoni. C’è “Un po’ di apocalisse e un po’ di Topolino”, in questo disco, come canta Lorenzo nella canzone di apertura, “Megamix”: l’apocalisse sono i suoni, ora incalzanti, ora più rilassati, ma comunque mai banali. Topolino è la melodia, a cui Lorenzo non rinuncia mai.
“Ora” arriva a quattro anni da “Safari”, che era il disco più “suonato” di Lorenzo, punto di arrivo di un percorso che l’aveva visto avvicinarsi sempre di più alla forma canzone tradizionale, e al modo “tradizionale” di suonarla. Lorenzo ha scelto di imparare l’arte e metterla da parte, con “Ora”. Ci sono canzoni molto nel suo stile (come “Tutto l’amore che ho” e “Ora”), ma vestite di un vestito nuovo. Ci sono canzoni molto dance come “Spingo il tempo al massimo” o “Io danzo”, giocate su beat e sintetizzatori. Poi ci sono canzoni più tradizionali, come il rock di “Il più grande spettacolo dopo il big bang”, le ballate “Le tasche piene di sassi” “L’elemento umano”; ci sono riferimenti alla canzone francese (la bellissima “Quando sarò vecchio”) e alla musica etnica (l’altrettanto bella “La bella vita”, con Amadou& Mariam).
Ci sono 25 canzoni (che diventano 15 nella versione “basic” del disco). E sono tante, ma non troppe: ci sono alcuni momenti di stanca come “Dababadance” e “Go!!!!!” (più che canzoni sonodivertissment elettronici) e una bella versione acustica de “L’elemento umano” che forse sarebbero state meglio come bonus tracks di una versione digitale. Ma Lorenzo dice che questo, più che un album, è una playlist. Però è anche vero che dietro tutto questo c’è un pensiero, altro che semplice playlist. Un pensiero che si sente nei temi musicali e lirici che ritornano: si parla molto d’amore, ovviamente, ma anche molto di universo e di cosmologia, nelle canzoni.
E’ un disco allegro (“per compensazione” rispetto al periodo umano in cui è nato, spiega Lorenzo); e soprattutto è un disco che mette allegria, “Ora”. Questo è probabilmente il miglior complimento che gli si può fare."
“Ora” arriva a quattro anni da “Safari”, che era il disco più “suonato” di Lorenzo, punto di arrivo di un percorso che l’aveva visto avvicinarsi sempre di più alla forma canzone tradizionale, e al modo “tradizionale” di suonarla. Lorenzo ha scelto di imparare l’arte e metterla da parte, con “Ora”. Ci sono canzoni molto nel suo stile (come “Tutto l’amore che ho” e “Ora”), ma vestite di un vestito nuovo. Ci sono canzoni molto dance come “Spingo il tempo al massimo” o “Io danzo”, giocate su beat e sintetizzatori. Poi ci sono canzoni più tradizionali, come il rock di “Il più grande spettacolo dopo il big bang”, le ballate “Le tasche piene di sassi” “L’elemento umano”; ci sono riferimenti alla canzone francese (la bellissima “Quando sarò vecchio”) e alla musica etnica (l’altrettanto bella “La bella vita”, con Amadou& Mariam).
Ci sono 25 canzoni (che diventano 15 nella versione “basic” del disco). E sono tante, ma non troppe: ci sono alcuni momenti di stanca come “Dababadance” e “Go!!!!!” (più che canzoni sonodivertissment elettronici) e una bella versione acustica de “L’elemento umano” che forse sarebbero state meglio come bonus tracks di una versione digitale. Ma Lorenzo dice che questo, più che un album, è una playlist. Però è anche vero che dietro tutto questo c’è un pensiero, altro che semplice playlist. Un pensiero che si sente nei temi musicali e lirici che ritornano: si parla molto d’amore, ovviamente, ma anche molto di universo e di cosmologia, nelle canzoni.
E’ un disco allegro (“per compensazione” rispetto al periodo umano in cui è nato, spiega Lorenzo); e soprattutto è un disco che mette allegria, “Ora”. Questo è probabilmente il miglior complimento che gli si può fare."
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Rien à declarer
Três anos após A Riviera não é aqui, cujo post pode ser visto aqui (http://poliglotanalfabeto.blogspot.com/2010/10/cinema-frances.html), Dany Boon, escreveu, dirigiu e também interpreta um dos papeis principais em Rien à declarer.
Synopsis : 1er janvier 1993 : passage à l’Europe. Deux douaniers, l’un Belge, l’autre Français, apprennent la disparition prochaine de leur petit poste de douane fixe situé dans la commune de Courquain France et Koorkin Belgique.
Francophobe de père en fils et douanier belge trop zélé, Ruben Vandervoorde se voit contraint et forcé d’inaugurer la première brigade volante mixte franco-belge. Son partenaire français sera Mathias Ducatel, voisin de douane et ennemi de toujours, qui surprend tout le monde en acceptant de devenir le co-équipier de Vandervoorde et sillonner avec lui les routes de campagnes frontalières à bord d’une 4L d’interception des douanes internationales.
Não é uma continuação da Riviera não é aqui, nem tem a mesma leveza do outro filme, aqui as situações e caracterizações são feitas com uma mão mais pesada, mas sem deixar de maneira nenhuma o humor de lado. O filme sofreu algumas criticas pesadas, principalmente por aqueles que esperavam a repetição da formula do filme anterior, Eu assinaria a critica que transcrevo abaixo.
Synopsis : 1er janvier 1993 : passage à l’Europe. Deux douaniers, l’un Belge, l’autre Français, apprennent la disparition prochaine de leur petit poste de douane fixe situé dans la commune de Courquain France et Koorkin Belgique.
Francophobe de père en fils et douanier belge trop zélé, Ruben Vandervoorde se voit contraint et forcé d’inaugurer la première brigade volante mixte franco-belge. Son partenaire français sera Mathias Ducatel, voisin de douane et ennemi de toujours, qui surprend tout le monde en acceptant de devenir le co-équipier de Vandervoorde et sillonner avec lui les routes de campagnes frontalières à bord d’une 4L d’interception des douanes internationales.
Não é uma continuação da Riviera não é aqui, nem tem a mesma leveza do outro filme, aqui as situações e caracterizações são feitas com uma mão mais pesada, mas sem deixar de maneira nenhuma o humor de lado. O filme sofreu algumas criticas pesadas, principalmente por aqueles que esperavam a repetição da formula do filme anterior, Eu assinaria a critica que transcrevo abaixo.
"On prend la même recette et on recommence. Même si c’est un nouveau film de Danny Boon, on ne pourra pas s’empêcher de faire certains rapprochements avec Bienvenue chez les ch’tits. Mais si on outre passe ça, et à bien y regarder, certaines choses ont quand même changé. Là où Bienvenue chez les ch’tits n’avait que les gentils protagonistes du nord, on a le droit à une intrigue, aussi maigre soit elle, avec des trafiquants, des méchants trafiquants (enfin plus bêtes d’ailleurs que méchant) cherchant à faire passer de la marchandise au delà des frontières. On a même le droit à une grande course poursuite en 4L customisée et à une arrestation musclée. Une petite histoire d’amour presque impossible ponctue les relations entre notre duo de choc Poelvoorde / Boon. Le réalisateur-acteur continue sur ce qu’il sait faire de mieux : une comédie populaire tous public, cherchant juste à divertir le spectateur.
Après la poste, Danny Boon, également aux commandes du scénario, nous propose une nouvelle histoire originale s’attaquant à une autre administration : le service de douanes frontalières au passage de l’Europe. On a donc certains stéréotypes de la profession mis à mal, tout ça dans l’humour et sans moquerie. Même s’il est beaucoup question du racisme (un belge détestant au possible « les camemberts »), il n’y a aucun côté moralisateur et je pense que c’est ce qui fait la force de ce film. Une mise en scène efficace, de l’humour et du burlesque aussi drôle que dans Bienvenue chez les ch’tits font de ce film, un divertissement réussi."
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