segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Nouvelle Chanson Française: Jenifer


"Jenifer Yaël Dadouche Bartoli, dite Jenifer, née le 15 novembre 1982 à  Nice, est une chanteuse et comédienne française révélée par sa participation à l'émission télévisée Star Academy dont elle est lauréate en janvier 2002."
Jenifer já está no seu quarto CD de estúdio, se fosse brasileira Jenifer seria um caso raro, afinal em nossa terra os ganhadores dos realitys de música nunca sobrevivem após a edição do programa.
A música da Jenifer é basicamente um pop-rock com um pezinho no dance dos anos 80, nada revolucionário mas em geral muito agradável e de fácil digestão.

Links interessantes sobre ela e seus discos.


Au Soleil, presente no álbum de debut Jenifer, me traz ótimas lembranças de Nice (terra natal dela).



Ma Revolution está presente em Le Passage seu segundo CD, segundo ela seu primeiro trabalho mais pessoal




Conheci o trabalho da Jenifer através do CD Lunatique, no está incluida a canção Si C'est une Île



Je danse foi a primeira música de trabalho do último CD Appelle Moi


domingo, 29 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: Ti prendo e ti porto via


"A Ischiano Scalo il mare c'è ma non si vede. È un paesino di quattro case accanto a una laguna piena di zanzare. Il turismo lo evita perché d'estate s'infuoca come una graticola e d'inverno si gela. Questo è lo scenario nel quale si svolgono due storie d'amore tormentate. Ammaniti crea e dissolve coincidenze, è pronto a catturare gli aspetti più grotteschi e più sentimentali, più comici e inquietanti della realtà."
Ti prendo e ti porto via é um romance do escritor  italiano Niccolò Ammaniti, o livro acompanha as estórias de Pietro, jovem filho de pobres camponeses, e de Graziano, misto de cantor e playboy, as quais vão se encontrar na fictícia cidade de Ischiano Scalo.
Niccolò Ammaniti escreve de tal maneira que você se enxerga já dentro de um filme (não por acaso varias obras dele terminaram na grande tela), mas o relato é cru sendo muitas vezes cruel sendo que ele também não faz a mínima questão de agradar o leitor escrevendo um happy end.


"E’ un racconto reso avvincente dall’intreccio di destini tragici, da amori senza poesia, da personaggi ben caratterizzati. Straordinaria è l’abilità di Ammaniti nel creare storie parallele che vanno poi a ricomporre un quadro finale e unitario perfettamente strutturato" ( http://www.my-libraryblog.com/2007/11/22/ti-prendo-e-ti-porto-via-niccolo-ammaniti/ )


Recensioni italiani:






 P.S.: o rockeiro italiano Vasco Rossi declarou que escreveu a música homônima em homenagem ao livro, não vou entrar no mérito sobre o dito rockeiro, mas não gostei nem um pouco da música, quem ficar curioso e só procurar no youtube que acha facinho.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Joyce Jonathan: Sur Mes Gardes


O disco Sur Mes Gardes da jovem cantora francesa Joyce Jonathan foi lançado em 2010 pela gravadora My Major Company, o interessante é que essa gravadora trabalha com um sistema de financiamento comunitário.
Se você entrar no site http://www.mymajorcompany.com/ vai encontrar uma serie de artistas que estão aguardando financiamento, você gastando a partir de 30 Euros pode ser tornar um dos produtores do artista, quando o orçamento previsto é alcançado o disco é gravado.
Joyce Jonathan teve 486 produtores para lançar seu disco que acabou se tornando um grande sucesso. Abaixo temos o terceiro e o quarto single lançados desse CD, L'heure avait sonné e Tant Pis além de uma cover de um classico francês dos anos 60 Michelle (não tem nada haver com a dos Beatles).





quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Bugo: Nuovi rimedi per la miopia


Nunca tinha ouvido falar do cantor italiano Bugo (http://it.wikipedia.org/wiki/Bugo), ele acabou chegando no mesmo pacote do Ex-Otago.
O rapaz já está na estrada desde o final dos anos 90, sendo que Nuovi Rimedi Per La Miopia e seu oitavo CD.
Pop + Rock + eletrônico tudo meio misturado, às vezes parece meio new wave anos 80, não é muito fácil definir o rapaz, só escutando mesmo.
O disco têm 10 canções, algumas como I miei occhi vedono, Mattino e La salita grudam na primeira audição.


Recensioni italiani:
http://www.rockit.it/recensione/17271/bugo-nuovi-rimedi-per-la-miopia
http://www.sentireascoltare.com/recensione/9223/bugo-nuovi-rimedi-per-la-miopia.html
http://www.rockline.it/recensione/bugo/nuovi-rimedi-la-miopia



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: El Prisionero del Cielo

No final do ano vi no site da Casa del Libro que a terceira obra da serie agora chamada de Cementerio de los Libros Olvidados havia sido lançado.A vontade de importar foi grande, mas a fila de livros ainda não lidos era ainda maior e o projeto foi para a geladeira. No ultimo fim de semana, fazendo hora em uma livraria, enquanto aguardava o horário de um show dei de cara com El Prisionero del Cielo, não resisti e levei para casa.
Acho que depois de adulto deve ter sido um dos meus recordes, varei as 379 paginas quase sem trégua em duas noites.
Em relação aos dois primeiros livros a historia é bem mais simples, apesar disso o livro é muito bem resolvido e acaba por fazer um link mais profundo entre os personagens que apenas se tocavam em La Sombra del Viento e El Juego del Angel.

“Este libro forma parte de un ciclo de novelas que se entrecruzan en el universo literario del Cementerio de los Libros Olvidados. Las novelas que forman este ciclo están unidas entre sí a través de personajes e hilos arguméntales que tienden puentes narrativos y temáticos, aunque cada uno de ellos ofrece una historia cerrada, independiente y contenida en sí misma. Las diversas entregas de la serie del Cementerio de los Libros
Olvidados pueden leerse en cualquier orden o por separado, permitiendo al lector explorar y acceder al laberinto de historias a través de diferentes puertas y caminos que, anudados, le conducirán al corazón de la narración.”
Não concordo com a declaração acima que apresenta o livro, talvez La sombra del Viento e El Juego del Ángel possam ser lidos em qualquer ordem, mas El Prisionero del Cielo deve necessariamente ser lido após esses dois e ele possui um final que está chamando claramente ao quarto livro da serie.

Criticas interessantes sobre o livro:
http://www.lavanguardia.com/cultura/20111123/54239211656/las-claves-de-el-prisionero-del-cielo-por-vila-sanjuan.html

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

LOVG - Cometas por el cielo

Cometas por el cielo é o sexto disco do grupo espanhol La Oreja de Van Gogh (fora coletâneas e/ou ao vivo), sendo o segundo sem Amaia Montero. Para quem gosta do LOVG praticamente nada mudou em relação ao disco anterior, podem ser ouvidos ecos de canções dos primeiros discos espalhados pelas novas canções, já para quem não gosta não vai ser esse disco a fazê-lo mudar de opinião.
Escutei a versão limitada que contava com 8 canções extras (5 eram demos), a única surpresa nos extras foi a canção Dos copos de nieve que creio seja a canção com acompanhamento mais pesado já gravado pela banda.

P.S. gosto do LOVG, mas tinha 
sofrido uma overdose entre 2007 e 2008 e não estava conseguindo ouvir nada novo.
P.S. 2 quem fez o photoshop da capa foi um criminoso.


Abaixo algumas criticas postadas em blogs espanhóis, partindo da mais boazinha, as mais acidas resolvi nem postar, afinal chamar de cursi foi o mais simpático que alguns críticos fizeram.

http://laprimeraversion.wordpress.com/2011/09/13/cometas-por-el-cielo-cronica/

http://www.topmusicablog.com/post/4869/critica-la-oreja-de-van-gogh-cometas-por-el-cielo

http://blogs.gamefilia.com/indhira-gh11/10-09-2011/45223/la-oreja-de-van-gogh-divisa-nuevos-horizontes-con-cometas-por-el-cielo




domingo, 15 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: L'amore é idrosolubile

L’amore é idrosolubile é mais uma aventura do inspetor veneto-iraniano Stucky, o livro é um policial, ou melhor, um giallo, como se diz na Itália, de estilo clássico, todas as características do gênero estão ali presentes, além de uma boa dose de humor e ironia.

Abaixo reproduzo a contracapa que foi um convite a leitura. 

"Alice è scomparsa a ferragosto.Per dieci anni, di lei non si è saputo più nulla. Poi un'alluvione fa affiorare uno scheletro nella campagna e una giovane veggente marocchina è certissima che sia lo scheletro di Alice: l'ha detto la madonna. Ma come, la madonna? L'agente Sperelli è perplesso. Come fa la madonna ad apparire a una musulmana?
L'ispettore Stucky è ancora più perplesso. Il suo spirito laico si ribella a ogni apparizione oltremondana, la sua vita privata è in burrasca. Deve portare a spasso Argo, cagnetto che sorride e ingolla salmone come un orso norvegese. Deve domare Michelangelo, adolescente armato di ormoni come bombe a mano. Ed Elena, calendari consumati trentotto, è più pericolosa di un antibiotico senza febbre. Bianchi fogli manoscritti invadono Treviso. Compaiono sui tavolini all'aperto, sulle panchine, sui parapetti. Sono le fotocopie di un'agenda: rispettabili professionisti ritratti nel loro più intimo comportamento amoroso e paragonati a millepiedi, vermi solitari, larve luminose, cavallette. Erano amori deboli, idrosolubili. Come il sale e lo zucchero. Firmato: Alice.
Spari risuonano nel buio, tremano gli ex amanti di Alice; e i satanisti si radunano a mezzanotte.Il mi stero sembra più fitto di un frutteto di kiwi abbandonato, ma la soluzione è nell'aria. Basta saperla respirare. Per fortuna Stucky è in forma più che mai. In corpo e in spirito.
Un giallo celestiale"


Resenha que eu gostaria ter escrito:
http://www.tappoletterario.it/2011/11/lamore-e-idrosolubile-fulvio-ervas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FPXlja+%28TappoLetterario%29

Abaixo uma interessante entrevista com o autor Fulvio Ervas.