quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

LOVG - Cometas por el cielo

Cometas por el cielo é o sexto disco do grupo espanhol La Oreja de Van Gogh (fora coletâneas e/ou ao vivo), sendo o segundo sem Amaia Montero. Para quem gosta do LOVG praticamente nada mudou em relação ao disco anterior, podem ser ouvidos ecos de canções dos primeiros discos espalhados pelas novas canções, já para quem não gosta não vai ser esse disco a fazê-lo mudar de opinião.
Escutei a versão limitada que contava com 8 canções extras (5 eram demos), a única surpresa nos extras foi a canção Dos copos de nieve que creio seja a canção com acompanhamento mais pesado já gravado pela banda.

P.S. gosto do LOVG, mas tinha 
sofrido uma overdose entre 2007 e 2008 e não estava conseguindo ouvir nada novo.
P.S. 2 quem fez o photoshop da capa foi um criminoso.


Abaixo algumas criticas postadas em blogs espanhóis, partindo da mais boazinha, as mais acidas resolvi nem postar, afinal chamar de cursi foi o mais simpático que alguns críticos fizeram.

http://laprimeraversion.wordpress.com/2011/09/13/cometas-por-el-cielo-cronica/

http://www.topmusicablog.com/post/4869/critica-la-oreja-de-van-gogh-cometas-por-el-cielo

http://blogs.gamefilia.com/indhira-gh11/10-09-2011/45223/la-oreja-de-van-gogh-divisa-nuevos-horizontes-con-cometas-por-el-cielo




domingo, 15 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: L'amore é idrosolubile

L’amore é idrosolubile é mais uma aventura do inspetor veneto-iraniano Stucky, o livro é um policial, ou melhor, um giallo, como se diz na Itália, de estilo clássico, todas as características do gênero estão ali presentes, além de uma boa dose de humor e ironia.

Abaixo reproduzo a contracapa que foi um convite a leitura. 

"Alice è scomparsa a ferragosto.Per dieci anni, di lei non si è saputo più nulla. Poi un'alluvione fa affiorare uno scheletro nella campagna e una giovane veggente marocchina è certissima che sia lo scheletro di Alice: l'ha detto la madonna. Ma come, la madonna? L'agente Sperelli è perplesso. Come fa la madonna ad apparire a una musulmana?
L'ispettore Stucky è ancora più perplesso. Il suo spirito laico si ribella a ogni apparizione oltremondana, la sua vita privata è in burrasca. Deve portare a spasso Argo, cagnetto che sorride e ingolla salmone come un orso norvegese. Deve domare Michelangelo, adolescente armato di ormoni come bombe a mano. Ed Elena, calendari consumati trentotto, è più pericolosa di un antibiotico senza febbre. Bianchi fogli manoscritti invadono Treviso. Compaiono sui tavolini all'aperto, sulle panchine, sui parapetti. Sono le fotocopie di un'agenda: rispettabili professionisti ritratti nel loro più intimo comportamento amoroso e paragonati a millepiedi, vermi solitari, larve luminose, cavallette. Erano amori deboli, idrosolubili. Come il sale e lo zucchero. Firmato: Alice.
Spari risuonano nel buio, tremano gli ex amanti di Alice; e i satanisti si radunano a mezzanotte.Il mi stero sembra più fitto di un frutteto di kiwi abbandonato, ma la soluzione è nell'aria. Basta saperla respirare. Per fortuna Stucky è in forma più che mai. In corpo e in spirito.
Un giallo celestiale"


Resenha que eu gostaria ter escrito:
http://www.tappoletterario.it/2011/11/lamore-e-idrosolubile-fulvio-ervas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FPXlja+%28TappoLetterario%29

Abaixo uma interessante entrevista com o autor Fulvio Ervas.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: Peut-être une histoire d'amour

En rentrant chez lui, Virgile est attiré par le clignotement de la diode rouge de son répondeur. ?« C’est Clara. Je suis désolée, mais je préfère qu’on arrête là. Je te quitte, Virgile. »
Mais qui est Clara ? Si être délaissé par la femme qu’il aime est habituel, être quitté, avant même le début d’une relation par une inconnue est une première. Doit-il ignorer le message, l’effacer ? Peut-il reconquérir une femme qu’il ne connait pas.
Depois de ter lido o ótimo Comment Je Suis Devenu Stupide decidi ler outras obras de Martin Page.  Peut-être une histoire d’amour acabou sendo a escolhida, o livro tem ingredientes parecidos com o primeiro, personagem limítrofe, situações nonsense e diálogos extremamente inspirados.
Até agora fiquei fascinado pelos personagens de Martin Page, e não tenho como não dizer que as vezes me sinto um pouco Antoine e já tive muito do Virgile, apesar de eles terem posturas diversas, um quer mudar totalmente para aceitar a mediocridade do mundo e o outro não quer mudar nada para tentar passar despercebido. 


Peut-être une histoire d'amour de Martin Page por EditionsdelOlivier

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Otra Cosa- Julieta Venegas


Entre 2008 e 2009 ouvi uma verdadeira overdose de Julieta Venegas. Tudo começou após ser apresentado por minha colega de trabalho Camila a Limón y Sal (versão MTV unplugged, ela tinha ouvido na aula de espanhol), sai à procura do trabalho dela, creio que ouvi Sí, Limón y sal e MTV unplugged a exaustão. Em 2010 com o inicio do meu curso de francês, meus CDs de artistas em espanhol foram ficando meio de lado, confesso que quando ouvi no começo de 2011 o CD Otra Cosa não me animei muito, dei uma escutadinha e deixei de lado, mês passado ao ler o blog Mescla Cultural (http://www.mesclacultural.com/2011/12/otra-cosa.html) vi que tinha me sentido mais ou menos como a blogueira.
Hoje como era meu dia de fechar contas e encher planilhas resolvi dar uma segunda chance ao cd Otra Cosa, enquanto enchia minhas planilhas de números pus o cd de fundo (sempre trabalho melhor com trilha sonora) e fui redescobrindo o CD. Não sei como não tinha sido pego da primeira vez (culpa da overdose?) Amores Platónicos e Bien o Mal já deveriam ter sido suficientes para me convencer a escutar todo cd com carinho.
O CD não apresenta nenhuma ruptura na carreira de Julieta se você gosta do estilo dela, como eu, o cd está perfeito,  a mistura de pop com a sonoridade mexicana está ali presente. Não sou daqueles que cobram uma revolução a cada cd, portanto não tenho problema com a "repetição” da formula utilizada por ela nos últimos CDs.


Comprando o livro pela capa: La Fille de Papier


Procurando livros novos dei de cara com esse livro na lista dos mais vendidos na Fnac (fr), não conhecia o autor mas lendo a sinopse resolvi me arriscar.
" Tom Boyd, un écrivain célèbre en panne d¹inspiration, voit surgir dans sa vie l’héroïne de ses romans.
Elle est jolie, elle est désespérée, elle va mourir s’il s’arrête d’écrire.
Impossible ? Et pourtant…
Ensemble, Tom et Billie vont vivre une aventure extraordinaire où la réalité et la fiction s’entremêlent et se bousculent dans un jeu séduisant et mortel... 
"
Gostei ou não gostei? Não cheguei a uma conclusão, o livro é agradável, a leitura fluiu facilmente e quando estava chegando ao final eu realmente estava muito interessado em saber que desfecho teria aquela estória.
Qual a razão da duvida?
Fiquei muitas vezes com a sensação de estar lendo aqueles folhetins sentimentais, tipo Sabrina, vendidos em banca de jornal.
Checando as opiniões dos leitores em alguns sites de livro deu para sentir que o Guillaume e um escritor meio ame ou odeie, ele vai de uma a cinco estrelas na avaliação dos seus leitores, difícil encontrar um meio termo.
Valeu pela experiência de estar lendo em francês, mas pelo sim ou pelo não, não pretendo tão logo estar me aventurando em alguma outra obra desse escritor.
P.S. a obra de um escritor francês estar ambientada nos EUA também não me agradou muito.


Entrevista com o autor 






terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Rock Italiano: Ex-Otago (Mezze Stagioni)

Para quem está procurando conhecer novos livros, filmes e/ou discos o final do ano é ótimo, afinal as listas de melhores do ano estão presentes por todo canto, e nelas se podem encontrar muitas preciocidades que deixamos passar durante o ano, esse ano por sorte eu pincei no facebook o link http://www.rockol.it/awards/, que continha uma lista com 30 indicações a disco do ano na Itália.Eu só conhecia 8 nomes, graças ao Google e ao youtube ficou mais fácil dar uma previa e descobrir se a sonoridade dos artistas desconhecidos me agradava ou não.
Entre um monte de bandas e cantores encontrados,que ainda tenho que escutar melhor, me chamou a atenção a banda Ex-Otango com o cd Mezze Stagioni, já fazia um bom tempo que eu procurava por uma banda italiana com esse tipo de som, meio entre o pop e o rock.. Pesquisando um pouquinho deu para descobrir que esse é o terceiro cd dos caras, sendo o primeiro com letras, na maioria, em italiano e fruto também de um modelo de produção em Azionato Popolare (os fãs e/ou interessados podiam investir na produção do cd gastando a partir de 25 euros ).
O cd está cheio de melodias que grudam no ouvido ex Marco Corre, Costa Rica, Gli Ex Otago e La Jaguar Gialla e Figli degli Hambúrguer.


Links em italiano sobre o cd : http://www.nonsiamodiqui.it/ex-otago-mezze-stagioni/
http://stordisco.blogspot.com/2011/03/ex-otago-mezze-stagioni-recensione.html
http://www.nonsiamodiqui.it/ex-otago-mezze-stagioni/
http://www.indieforbunnies.com/2011/04/22/ex-otago-mezze-stagioni/
http://www.rockol.it/recensione-4573/Ex-Otago-MEZZE-STAGIONI
http://nonsischerzapiu.blogspot.com/2011/04/avere-trentanni-ex-otago-mezze-stagioni.html

música em homenagem ao corredor italiano Marco Olmo (http://it.wikipedia.org/wiki/Marco_Olmo)




quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Primeira vez em espanhol - La aventura de Miguel Littín clandestino en Chile

Nunca havia me preocupado em aprender espanhol até que em 2007 fui fazer uma visita técnica em Barcelona, lá utilizei somente meu parco inglês e português, não ousei utilizar o famoso e hilário portunhol. Encantado com a cidade voltei em 2008 como turista, mas antes de embarcar me matriculei num curso de espanhol, fiz dois intensivos em seqüência, no segundo nossa professora iniciou a leitura em sala de uma obra de Gabriel Garcia Marques,  La aventura de Miguel Littín clandestino en Chile.
Do escritor colombiano já havia lido Cem anos de solidão (um de meus livros favoritos), O amor nos tempos do cólera e Memórias de minhas putas tristes, todos em português.
Líamos um capitulo em sala e um em casa, a leitura fluiu prazerosamente durante as duas semanas do intensivo, o livro conta a historia verídica da visita clandestina realizada pelo cineasta chileno Miguel Littin, à época exilado pelo governo Pinochet.
Como se trata de um relato verídico, não existe margem para a imaginação delirante de Gabriel Garcia Marques se colocar a prova, mas mesmo tendo que se ater ao relato de Miguel Littin a narrativa é muito boa, dando uma clara visão sobre aquele momento onde as ditaduras latino-americanas davam seus últimos suspiros (assim ao menos espero).
Creio que das obras de Gabriel Garcia Marquez essa seja uma das mais fáceis para quem vai se iniciar no espanhol.

Entrevista com Gabriel Garcia Marquez