quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Joyce Jonathan: Sur Mes Gardes


O disco Sur Mes Gardes da jovem cantora francesa Joyce Jonathan foi lançado em 2010 pela gravadora My Major Company, o interessante é que essa gravadora trabalha com um sistema de financiamento comunitário.
Se você entrar no site http://www.mymajorcompany.com/ vai encontrar uma serie de artistas que estão aguardando financiamento, você gastando a partir de 30 Euros pode ser tornar um dos produtores do artista, quando o orçamento previsto é alcançado o disco é gravado.
Joyce Jonathan teve 486 produtores para lançar seu disco que acabou se tornando um grande sucesso. Abaixo temos o terceiro e o quarto single lançados desse CD, L'heure avait sonné e Tant Pis além de uma cover de um classico francês dos anos 60 Michelle (não tem nada haver com a dos Beatles).





quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Bugo: Nuovi rimedi per la miopia


Nunca tinha ouvido falar do cantor italiano Bugo (http://it.wikipedia.org/wiki/Bugo), ele acabou chegando no mesmo pacote do Ex-Otago.
O rapaz já está na estrada desde o final dos anos 90, sendo que Nuovi Rimedi Per La Miopia e seu oitavo CD.
Pop + Rock + eletrônico tudo meio misturado, às vezes parece meio new wave anos 80, não é muito fácil definir o rapaz, só escutando mesmo.
O disco têm 10 canções, algumas como I miei occhi vedono, Mattino e La salita grudam na primeira audição.


Recensioni italiani:
http://www.rockit.it/recensione/17271/bugo-nuovi-rimedi-per-la-miopia
http://www.sentireascoltare.com/recensione/9223/bugo-nuovi-rimedi-per-la-miopia.html
http://www.rockline.it/recensione/bugo/nuovi-rimedi-la-miopia



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: El Prisionero del Cielo

No final do ano vi no site da Casa del Libro que a terceira obra da serie agora chamada de Cementerio de los Libros Olvidados havia sido lançado.A vontade de importar foi grande, mas a fila de livros ainda não lidos era ainda maior e o projeto foi para a geladeira. No ultimo fim de semana, fazendo hora em uma livraria, enquanto aguardava o horário de um show dei de cara com El Prisionero del Cielo, não resisti e levei para casa.
Acho que depois de adulto deve ter sido um dos meus recordes, varei as 379 paginas quase sem trégua em duas noites.
Em relação aos dois primeiros livros a historia é bem mais simples, apesar disso o livro é muito bem resolvido e acaba por fazer um link mais profundo entre os personagens que apenas se tocavam em La Sombra del Viento e El Juego del Angel.

“Este libro forma parte de un ciclo de novelas que se entrecruzan en el universo literario del Cementerio de los Libros Olvidados. Las novelas que forman este ciclo están unidas entre sí a través de personajes e hilos arguméntales que tienden puentes narrativos y temáticos, aunque cada uno de ellos ofrece una historia cerrada, independiente y contenida en sí misma. Las diversas entregas de la serie del Cementerio de los Libros
Olvidados pueden leerse en cualquier orden o por separado, permitiendo al lector explorar y acceder al laberinto de historias a través de diferentes puertas y caminos que, anudados, le conducirán al corazón de la narración.”
Não concordo com a declaração acima que apresenta o livro, talvez La sombra del Viento e El Juego del Ángel possam ser lidos em qualquer ordem, mas El Prisionero del Cielo deve necessariamente ser lido após esses dois e ele possui um final que está chamando claramente ao quarto livro da serie.

Criticas interessantes sobre o livro:
http://www.lavanguardia.com/cultura/20111123/54239211656/las-claves-de-el-prisionero-del-cielo-por-vila-sanjuan.html

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

LOVG - Cometas por el cielo

Cometas por el cielo é o sexto disco do grupo espanhol La Oreja de Van Gogh (fora coletâneas e/ou ao vivo), sendo o segundo sem Amaia Montero. Para quem gosta do LOVG praticamente nada mudou em relação ao disco anterior, podem ser ouvidos ecos de canções dos primeiros discos espalhados pelas novas canções, já para quem não gosta não vai ser esse disco a fazê-lo mudar de opinião.
Escutei a versão limitada que contava com 8 canções extras (5 eram demos), a única surpresa nos extras foi a canção Dos copos de nieve que creio seja a canção com acompanhamento mais pesado já gravado pela banda.

P.S. gosto do LOVG, mas tinha 
sofrido uma overdose entre 2007 e 2008 e não estava conseguindo ouvir nada novo.
P.S. 2 quem fez o photoshop da capa foi um criminoso.


Abaixo algumas criticas postadas em blogs espanhóis, partindo da mais boazinha, as mais acidas resolvi nem postar, afinal chamar de cursi foi o mais simpático que alguns críticos fizeram.

http://laprimeraversion.wordpress.com/2011/09/13/cometas-por-el-cielo-cronica/

http://www.topmusicablog.com/post/4869/critica-la-oreja-de-van-gogh-cometas-por-el-cielo

http://blogs.gamefilia.com/indhira-gh11/10-09-2011/45223/la-oreja-de-van-gogh-divisa-nuevos-horizontes-con-cometas-por-el-cielo




domingo, 15 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: L'amore é idrosolubile

L’amore é idrosolubile é mais uma aventura do inspetor veneto-iraniano Stucky, o livro é um policial, ou melhor, um giallo, como se diz na Itália, de estilo clássico, todas as características do gênero estão ali presentes, além de uma boa dose de humor e ironia.

Abaixo reproduzo a contracapa que foi um convite a leitura. 

"Alice è scomparsa a ferragosto.Per dieci anni, di lei non si è saputo più nulla. Poi un'alluvione fa affiorare uno scheletro nella campagna e una giovane veggente marocchina è certissima che sia lo scheletro di Alice: l'ha detto la madonna. Ma come, la madonna? L'agente Sperelli è perplesso. Come fa la madonna ad apparire a una musulmana?
L'ispettore Stucky è ancora più perplesso. Il suo spirito laico si ribella a ogni apparizione oltremondana, la sua vita privata è in burrasca. Deve portare a spasso Argo, cagnetto che sorride e ingolla salmone come un orso norvegese. Deve domare Michelangelo, adolescente armato di ormoni come bombe a mano. Ed Elena, calendari consumati trentotto, è più pericolosa di un antibiotico senza febbre. Bianchi fogli manoscritti invadono Treviso. Compaiono sui tavolini all'aperto, sulle panchine, sui parapetti. Sono le fotocopie di un'agenda: rispettabili professionisti ritratti nel loro più intimo comportamento amoroso e paragonati a millepiedi, vermi solitari, larve luminose, cavallette. Erano amori deboli, idrosolubili. Come il sale e lo zucchero. Firmato: Alice.
Spari risuonano nel buio, tremano gli ex amanti di Alice; e i satanisti si radunano a mezzanotte.Il mi stero sembra più fitto di un frutteto di kiwi abbandonato, ma la soluzione è nell'aria. Basta saperla respirare. Per fortuna Stucky è in forma più che mai. In corpo e in spirito.
Un giallo celestiale"


Resenha que eu gostaria ter escrito:
http://www.tappoletterario.it/2011/11/lamore-e-idrosolubile-fulvio-ervas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FPXlja+%28TappoLetterario%29

Abaixo uma interessante entrevista com o autor Fulvio Ervas.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Comprando o livro pela capa: Peut-être une histoire d'amour

En rentrant chez lui, Virgile est attiré par le clignotement de la diode rouge de son répondeur. ?« C’est Clara. Je suis désolée, mais je préfère qu’on arrête là. Je te quitte, Virgile. »
Mais qui est Clara ? Si être délaissé par la femme qu’il aime est habituel, être quitté, avant même le début d’une relation par une inconnue est une première. Doit-il ignorer le message, l’effacer ? Peut-il reconquérir une femme qu’il ne connait pas.
Depois de ter lido o ótimo Comment Je Suis Devenu Stupide decidi ler outras obras de Martin Page.  Peut-être une histoire d’amour acabou sendo a escolhida, o livro tem ingredientes parecidos com o primeiro, personagem limítrofe, situações nonsense e diálogos extremamente inspirados.
Até agora fiquei fascinado pelos personagens de Martin Page, e não tenho como não dizer que as vezes me sinto um pouco Antoine e já tive muito do Virgile, apesar de eles terem posturas diversas, um quer mudar totalmente para aceitar a mediocridade do mundo e o outro não quer mudar nada para tentar passar despercebido. 


Peut-être une histoire d'amour de Martin Page por EditionsdelOlivier

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Otra Cosa- Julieta Venegas


Entre 2008 e 2009 ouvi uma verdadeira overdose de Julieta Venegas. Tudo começou após ser apresentado por minha colega de trabalho Camila a Limón y Sal (versão MTV unplugged, ela tinha ouvido na aula de espanhol), sai à procura do trabalho dela, creio que ouvi Sí, Limón y sal e MTV unplugged a exaustão. Em 2010 com o inicio do meu curso de francês, meus CDs de artistas em espanhol foram ficando meio de lado, confesso que quando ouvi no começo de 2011 o CD Otra Cosa não me animei muito, dei uma escutadinha e deixei de lado, mês passado ao ler o blog Mescla Cultural (http://www.mesclacultural.com/2011/12/otra-cosa.html) vi que tinha me sentido mais ou menos como a blogueira.
Hoje como era meu dia de fechar contas e encher planilhas resolvi dar uma segunda chance ao cd Otra Cosa, enquanto enchia minhas planilhas de números pus o cd de fundo (sempre trabalho melhor com trilha sonora) e fui redescobrindo o CD. Não sei como não tinha sido pego da primeira vez (culpa da overdose?) Amores Platónicos e Bien o Mal já deveriam ter sido suficientes para me convencer a escutar todo cd com carinho.
O CD não apresenta nenhuma ruptura na carreira de Julieta se você gosta do estilo dela, como eu, o cd está perfeito,  a mistura de pop com a sonoridade mexicana está ali presente. Não sou daqueles que cobram uma revolução a cada cd, portanto não tenho problema com a "repetição” da formula utilizada por ela nos últimos CDs.